2007-Jan-12 19:56
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Minha primeira experi?ncia l?sbica:
J? fui cantada por algumas mulheres, mas nenhuma delas me agradava. Uma era demasiado gorda, e a outra era demasiado masculina. Descobri que, apesar de n?o ser muito exigente em rela??o aos homens com quem dormia, com as mulheres acontecia completamente ao contr?rio: ela devia ser bela e sedutora.
Frequentei algumas casas gls, com um amigo gay. Ele ficou beijando na boca de um homem lindo e musculado que encontrou por l?, e eu fiquei sozinha no meu canto. Tamb?m me excito ao ver um homem beijando outro, apesar de n?o utilizar esse pensamento para ficar excitada enquanto me masturbo.
Conheci algumas mulheres, tamb?m nada interessantes. Uma tinha idade para ser minha m?e, e minha mente bloqueou. Foi ent?o que conheci a Priscila, mais ou menos jeitosinha, um pouquinho mach?o demais para o meu gosto, mas mesmo assim era mais feminina do que aquelas que eu tinha encontrado por l?. Ela quis saber o motivo de eu querer uma mulher mais feminina, j? que eu j? era assim. Eu respondi: “N?o me leve a mal, por favor. Mas se for para sair com uma mulher fantasiada de homem, prefiro estar com um homem de verdade.” Contei que tinha fantasias com outras mulheres, mas que n?o sabia se j? estaria preparada. Trocamos n?meros de telefone, e um dia marcamos de sair. Ela levou-me num bar gls. “Aqui a gente at? pode se beijar, se quiser.” – ela disse me olhando nos olhos. Mas eu bloqueei e n?o consegui. Pedi desculpas e nunca mais nos encontramos.
Quando j? nem mais imaginava que algo do g?nero iria acontecer novamente, conheci a Sandra, no gin?sio onde fa?o muscula??o. Ela ? completamente feminina, tem o cabelo escuro, geralmente amarrado, cintura fina, bumbum empinado, peitos ligeiramente m?dios. Faz?amos o mesmo programa de pesos, ent?o um dia ela puxou conversa. Nada demais… Apenas falamos sobre os programas que est?vamos fazendo, sobre os hor?rios que costum?vamos ir, nada mais profundo que isso. Eu nunca tinha encontrado ela antes por l?, e ela dizia que frequentava o gin?sio j? tinha um ano, mas que costumava ir mais tarde, para a aula de localizada, e depois ficava para a muscula??o, at? quase na hora do gin?sio fechar. Eu disse-lhe que apenas ia ?s 19h, pois era tempo suficiente de sair do trabalho, arrumar algumas coisas em casa e ir malhar.
N?o sei se foi propositadamente que ela mudou de hor?rio, mas eu sei que comecei a v?-la todos os dias, e convers?vamos sempre animadamente. Depois ?amos para o duche. Uma das portas do duche tinha problemas, e as outras estavam ocupadas. Sem qualquer tipo de pudor, despi-me e tomei banho, e notei que ela me observava. Mas podia ser apenas alguma coisa da minha cabe?a, ent?o nem fiquei pensando muito naquilo. Ela ficou esperando eu acabar o meu banho, porque tamb?m queria tomar seu duche ali. Pediu que eu esperasse, que ela me dava boleia para casa. Ela despiu-se e seu corpo bem feito ficou ali, nu, na minha frente. Ela ensaboava-se toda, e ficava esparramando espuma por toda a cona, de forma exagerada. “Empresta-me seu condicionador?” – ela pediu, e, quando entreguei o frasco, ela acariciou as suas m?os molhadas do banho nas minhas. Ficou me olhando de forma insinuadora, mas ao mesmo tempo muito natural.
Quando ela me deixou em casa, fomos nos despedir e seu beijo tocou no canto da minha boca.
A partir de ent?o, era sempre a mesma coisa, todos os dias. Talvez por eu ter falado tanto dos namorados que eu havia tido, ela nunca tinha tomado qualquer iniciativa clara, e eu at? pensei que talvez fosse mesmo ilus?o da minha cabe?a.
Duas semanas depois era o show da Madonna, em Lisboa. Como duas fan?ticas, decid?amos que n?o poder?amos perder. Foi uma dificuldade conseguir os ingressos, mas ela depois ligou-me, dizendo que tinha conseguido os ?ltimos dois, e que ent?o ir?amos. Mas depois eu disse-lhe que talvez seria melhor ela convidar uma outra pessoa, porque ficaria muito tarde depois para voltar. “N?o tem problema.” – ela disse. “Eu estou com as chaves do apartamento do meu irm?o, que ? l? em Lisboa. Ele est? na Fran?a agora, e deixou-me o apartamento, para que eu tentasse arrend?-lo, mas eu primeiro tenho que trazer umas coisas pessoais dele que ainda l? est?o. Fazemos assim: dormimos no apartamento dele e voltamos depois do almo?o, tudo bem?”
Estava lotado, o que fez com que fic?ssemos muito encostadas uma na outra. Sua pele era macia e bem cuidada. Sa?mos de l? abra?adas, a cantarolar “Like a Virgin”. “Essa mulher ? o m?ximo, n?o ?? Com uma idade daquelas, e ainda t?o cheia de energia!” – ela me dizia, e eu concordava.
Paramos para beber num barzinho, mas ela n?o bebeu muito, pois iria conduzir, e depois fomos para o tal apartamento.
Estava escuro e frio, mas era um apartamento simp?tico. Encaminhou-me at? o quarto do irm?o. Era um quarto de homem comum e solteiro, um pouco desorganizado e com um calend?rio de mulher pelada na parede.
- Acho que j? nos divertimos imenso essa noite. ? melhor irmos dormir… - ela disse.
Deitei-me na cama, e ela perguntou: “Vais dormir assim?” Eu disse que sim, pois havia me esquecido de levar roupa de dormir, mas que n?o havia problema, pois tanto a blusa que eu vestia, quanto a cal?a, eram de um tecido confort?vel.
- N?o, n?o vais n?o. Acho que ainda deve ter algumas coisas do meu irm?o aqui. – foi at? o arm?rio, que ficava do outro lado da cama, e puxou por uma camisola e jogou-a na minha direc??o. – Deve ficar larga, mas ? ainda melhor que dormir desse jeito que voc? est?.
Tirei os sapatos e a cal?a, e vi seu rosto inclinar-se para a minha cuequinha branca, de renda. N?o deu para fingir que eu notei o seu olhar, e ela ent?o desviou: “Onde compraste essa cueca? ? t?o gira!!! Quero comprar umas iguais.”
Tirei a minha blusa e ela viu os meus seios, maiores que o dela, dentro do suti?. Por um impulso inconsciente, virei de costas para tir?-lo, como se ela nunca tivesse me visto nua no banho.
Enquanto eu vestia aquela camisola, ela arrumava a cama, esticando os len??is e depois indo buscar um grande edredon. Apesar de ter ligado o aquecimento, o quarto ainda n?o estava quente.
Saber que ?amos ter que dividir a mesma cama deixava-me um tanto excitada. Mas eu n?o poderia fazer nada, a n?o ser que fosse ela a tomar a iniciativa.
Deitei-me de lado, de costas para ela. Dei-lhe boa noite e fingi que estava dormindo. Senti que ela se mexia muito na cama. De repente ou?o-a perguntar:
- Carla, est? acordada?
Pensei em fingir que estava dormindo, mas acabei por responder com voz de sono:
- Sim, estou…
- ? que eu n?o estou habituada a dormir com roupa, mesmo sendo essa camisola do meu irm?o. ? que eu sempre dormi nua. Ser? que voc? se importa se eu tirar a roupa?
- N?o, claro que n?o… Fique ? vontade… - Tremi por dentro, mas brinquei para n?o demonstrar meu constrangimento: - Fa?a de conta que voc? est? na sua pr?pria casa…
Ouvi ela se levantar, e vi o vulto da camisola que ela tinha jogado para algures do ch?o do quarto. N?o vi se tinha tirado a cueca, pois estava de costas. Mas j? devia ter tirado… Nossa, e agora? Ela em poucos instantes estaria nua, bem do meu lado… Quando ela levantou o edredon, senti um arrepio, que n?o era apenas de frio. Ela deitou-se, e eu parecia sentir, mesmo ? dist?ncia, o calor do seu corpo que exalava at? ao meu. Tentei n?o me mexer, mas a verdade era que j? n?o conseguia dormir. Ela n?o se mexeu muito, e ficou quieta depois de ter me desejado boa noite. Sentia que ela estava atr?s de mim, e que n?o estava com a cabe?a virada para o outro lado, e que at? talvez estivesse me observando, mas n?o virei para constatar. Ainda pensei em dar uma viradela, como quem n?o quer nada, mas n?o o fiz.
Passaram muitos minutos. Talvez mais de uma hora. Eu continuava quieta. Fingia que dormia. Ela tamb?m estava quieta, e n?o se movia muito. Senti de repente que ela mexia no meu cabelo, muito de leve, como que para n?o me acordar. Fiquei ali sentindo aquela sensa??o gostosa, aquela excita??o, sem mover um s? m?sculo. Mas n?o aguentei ficar de est?tua por muito tempo e, por descuido, acabei me movendo um pouco. Senti sua m?o sair do meu cabelo. Ela parecia ter se virado de barriga para cima. Passados mais alguns minutos ela virou-se para mim, e aproximou-se um pouquinho mais. Passou a sua perna direita por cima da minha, e viu que eu n?o me movia. Depois passou a sua m?o por cima dos meus bra?os, at? encontrar os meus seios, por cima da camisola. Todo o seu toque era muito leve, mas, mesmo assim, fiquei com medo dos meus seios ficarem com os bicos rijos, ou das minhas pernas ficarem arrepiadas. Um turbilh?o de excita??o parecia estar dentro de mim, como se meu sangue circulasse em grande velocidade.
Dei um longo suspiro, como quem est? a ter um sonho muito bom, e ela tirou a perna e a m?o de mim. Virei o meu corpo para ela, com os olhos fechados, mas depois virei para o outro lado novamente, de forma a deixar o meu corpo um pouco menos distante do seu. Senti que ela apoiava o cotovelo esquerdo no travesseiro, e come?ou, de forma mais c?moda, a mexer no meu cabelo novamente. Puxou uns fios que estavam dentro da camisola. Depois pegou em todo o meu cabelo e segurou-o, deixando minha nuca vis?vel. Senti o calor da sua boca aproximar-se no meu pesco?o, e depois senti um beijo leve. Arrepiei-me, e isso n?o dava para eu controlar. Ela deve ter percebido, e ent?o come?ou a dar-me mais beijos no pesco?o, agora j? mais intensos. Virei-me para ela, e fiz uma cara de surpresa. Ela olhou-me constrangida, mas n?o viu reprova??o no meu olhar. Sem qualquer palavra, nossas bocas se aproximaram, e nos beijamos. Sua boca era gostosa, sua pele parecia seda, e o beijo era intenso, como se nossas bocas combinassem. Ela passou a m?o pela minha cintura e ajudou-me a tirar a camisola. Tirei tamb?m a cueca, e est?vamos as duas nuas. Nos beij?mos cada vez mais encostadas, e nunca tinha sentido que um peito poderia ser t?o quente. Nossos seios se encostavam, e s? aquela sensa??o j? me dava imenso prazer. Ela desceu a l?ngua pelo meu pesco?o, at? encontrar o meu peito, e ficou chupando, durante um bom tempo, enquanto acariciava o outro com sua m?o lisa. Era delicioso sentir sua l?ngua nos biquinhos das minhas mamas, sentir sua boca toda a mam?-lo. N?o era arranhada por nenhuma barba, e sua pele era t?o delicada que a sensa??o de prazer era imensa. Demorou bastante tempo, chupando meus dois seios. Depois desceu a l?ngua, deslizando pelo meu corpo, e parou no meu umbigo. Ficou lambendo meu umbigo, e beijando minha barriga… Ent?o ela desceu mais um pouco. Delicadamente, passou a ponta da l?ngua no meu clit?ris, e ficou fazendo movimentos muito curtos, passando a l?ngua levemente, de cima para baixo. Depois come?ou a chupar toda a minha cona, e foi aumentando a intensidade, como se quisesse coloc?-la toda na sua boca. Eu estava cada vez mais excitada, e ficava levantando as ancas, fazendo meu clit?ris encontrar sua boca. Ela enfiou a l?ngua na minha cona, e delirei de prazer. Depois ela veio com um dedo e come?ou a meter na minha cona, enquanto sua l?ngua continuava a acariciar meu clit?ris. Logo a seguir meteu outro dedo. Comecei a dan?ar com aqueles dois dedos dela dentro de mim, seguindo movimentos cada vez mais velozes, at? quando n?o resisti e gozei. Seu sorriso era de contentamento. Deitou-se ao meu lado e continuamos a nos beijar. Beijei-lhe tamb?m os seios, demoradamente. Mamei-os de forma intensa e meiga. Fiz um sinal para que ela viesse por cima de mim, de forma a ficar com as pernas abertas por cima da minha boca. Ela encostou-se na beirada da cama e aproximou sua cona da minha boca. Comecei a apenas deixar a l?ngua levantada, enquanto ela ia rebolando a cona, de forma que a minha l?ngua fosse encostando no seu grelo. Depois ela abaixou-se um pouco, e pude chup?-la deliciosamente. Eu ia colocar um dedinho, mas ela puxou a minha m?o, como sinal de que n?o seria necess?rio. Come?ou a masturbar-se, tocando o seu dedinho no seu clit?ris, enquanto eu ficava lambendo o buraquinho da sua rata. Sentou com a cona bem em cima da minha boca, e eu proporcionei-lhe uma grande lambidela. Come?ou a suspirar, e a rebolar cada vez mais r?pido. Soltou um grito, e senti o seu melzinho descer pela minha boca.
Deitamos de frente e dormimos abra?adas, nuas e satisfeitas
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